Ir para conteúdo

Citricultores exigem uma estratégia pública de combate a ameaça de «efeitos devastadores»

09 novembro, 2021
Citricultores exigem uma estratégia pública de combate a ameaça de «efeitos devastadores»
À mosca da fruta juntou-se a bem mais preocupante psila africana dos citrinos, inseto que é vetor de uma doença que já arrasou produções em vários pontos do mundo.

Pragas e doenças que já afetam a citricultura do Algarve, mas também ameaças que, no futuro, podem ter «efeitos devastadores» nesta cultura agrícola, estão a preocupar os produtores da região, que pedem medidas concretas e uma estratégia das entidades públicas para as combater.

A exigência foi feita durante a apresentação do 2º Balanço de Campanha dos Citrinos, uma iniciativa promovida em Loulé pela AlgarOrange e pelo Centro Operacional e Tecnológico Hortofrutícola Nacional (COTHN), onde, mais do que falar sobre a produção, se falou sobre as «dificuldades crescentes que o setor enfrenta», como ilustrou José Oliveira, presidente desta associação de produtores.

A inquietação prende-se com a mosca da fruta, que já «causa enormes danos económicos», mas, acima de tudo, com o inseto Trioza erytreae, a psila africana dos citrinos, que além de ser, só por si, uma praga, é o vetor do greening dos citrinos, ou HLB, uma doença que tem um potencial de destruição enorme.

«Só de pensar na Trioza, até apetece chorar», desabafou o também responsável máximo pela Cacial, na sua intervenção.

Leia a notícia completa aqui